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No dia 12 de novembro, eu dei início a um novo projeto, mas desta vez escoltado por um camarada, Anderson Dias. Juntos, vamos fazer um pouco para simbolizar o Brasil: satisfazer a maior viagem de trem do planeta em 40 dias. Essa jornada começa em Lagos, Portugal, e termina em Singapura posteriormente cruzar 16 países em um trajeto de 20 milénio quilômetros de trilho.
Para mim, isso é mais do que unicamente mais uma proeza. Esta viagem não é sobre luxo ou extravagância. O meu principal objetivo é inspirar as pessoas a confiar que viajar é um pouco alcançável para todos. Você não precisa ser rico para explorar o mundo, porque por meio de um planejamento diligente, com uma visão clara e muita regra, é verosímil saber o que parece impossível. Para substanciar esse ponto, estipulei um orçamento de unicamente US$ 3.000 para toda a viagem. Cada centavo será talhado a passagens de trem, hospedagem e alimento.
Enquanto escrevo leste texto, estou em Paris, e a França é o nosso terceiro país. Quando saímos de Portugal, passamos pela Espanha e lá fizemos uma paragem em Barcelona, uma das minhas cidades favoritas da Europa. Caminhar por aquelas ruas vibrantes me recordou do porquê me apaixonei por viajar: a pluralidade de culturas, a hospitalidade das pessoas e a comida incrível!
Agora, enquanto enfrento o indiferente de Paris, meus pensamentos se voltam para a Rússia, e mais especificamente a Sibéria. As temperaturas lá devem desabar para -15°C. Só de pensar nisso, já sinto calafrios, mas isso também me enche de exalo, porque a formosura de viajar está na imprevisibilidade —nos desafios, nas surpresas e vitórias ao longo do caminho.
Essa jornada obviamente não está livre de riscos, já que atravessaremos países que atualmente estão em guerra, e isso por si só adiciona um elemento de grande incerteza aos nossos planos. No entanto, acredito que desafios porquê esses tornam qualquer objetivo mais significativo, já que eles testam sua regra e te ajudam a crescer.
Para esta jornada, eu não tenho patrocinadores, e todos os custos serão cobertos com a geração de teor do dedo. Compartilhar essa experiência faz secção do que torna tudo isso peculiar, sendo até o momento a melhor maneira que encontrei para ter os leitores viajando comigo também. Embarcando e desembarcando dos trens, explorando novas cidades e conhecendo pessoas incríveis.
Esta jornada, para além de simbolizar a quebra de um recorde, representa a comprovação de que qualquer pessoa, independentemente de onde veio, pode perseguir seus sonhos. Vindo de origens humildes, aprendi que as maiores limitações são aquelas que colocamos em nós mesmos.
Confesso que existe um objetivo pessoal que me impulsiona a realizar esta trajetória em 40 dias, que é voltar ao Brasil a tempo do Natal para celebrá-lo com a minha família. Depois de semanas enfrentando temperaturas congelantes e longas viagens de trem, não deve ter zero mais recompensador do que estar em vivenda, sitiado por meus entes queridos.
Esta viagem está unicamente no primórdio e, em breve, compartilharei histórias, desafios vividos e as lições aprendidas. No mais, lembrem-se: se um pouco uma vez pôde ser sonhado, logo também pode ser realizado!
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