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Disparidade salarial entre homens e mulheres é real destaque da Copa do Mundo Feminina

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As jogadoras de futebol da Despensa do Mundo Feminina de 2023 ganharão, em média, unicamente 25 centavos para cada dólar proveito pelos homens na Despensa do Mundo do ano pretérito, segundo uma novidade estudo da CNN.

Ainda assim, isso é uma melhoria: da última vez, em 2019, era menos de oito centavos por dólar, segundo dados fornecidos pela FIFA e pelo sindicato global de jogadores FIFPRO.

A disparidade salarial entre homens e mulheres estará muito viva e poderoso no torneio que começou no dia 20 de julho na Austrália e na Novidade Zelândia.

A Fifa anunciou em junho que, pela primeira vez, murado de US$ 49 milhões, do recorde de US$ 110 milhões, em moeda para a Despensa do Mundo Feminina iriam diretamente para jogadoras – pelo menos US$ 30 milénio para cada participante e US$ 270 milénio para cada jogadora do time vencedor.

O restante do pote será dividido entre as federações participantes, que decidirão qual secção desse moeda será alocada para times e jogadores – se houver. Além da premiação em moeda, a Fifa se comprometeu a remunerar US$ 42 milhões às federações e clubes de jogadoras pelos preparativos para a Despensa do Mundo Feminina.

Quando solicitado a comentar, o órgão mundial do futebol encaminhou à CNN o que o presidente da Fifa, Gianni Infantino, disse em março, quando a organização anunciou detalhes do prêmio em moeda oferecido no torneio deste ano.

Na quadra, ele disse que a Fifa estava embarcando em uma “jornada histórica pelo futebol feminino e pela paridade”, acrescentando que o objetivo era a paridade nos pagamentos das Copas do Mundo masculina e feminina em 2026 e 2027, respectivamente.

Com uma audiência mundial estimada em mais de um bilhão de telespectadores, a Despensa do Mundo Feminina é um dos maiores eventos esportivos do planeta.

A paridade de prêmios em moeda nas Copas do Mundo masculina e feminina ainda está longe

A premiação em moeda do torneio feminino quase quadruplicou desde 2019, a última vez que foi realizado. Mas leste ano, as mulheres (em amarelo) ainda receberão cumulativamente US$ 330 milhões a menos do que os homens (em roxo) receberam na Despensa do Mundo de 2022.

Antonio Jarne, CNN

No entanto, a edição deste ano começa na Austrália e na Novidade Zelândia com o esporte em um ponto de inflexão, principalmente por pretexto da disparidade entre o que as jogadoras recebem em conferência com seus colegas do sexo masculino.

Jogadoras porquê Sam Kerr, da Austrália, Megan Rapinoe e Alex Morgan, dos EUA, são celebradas porquê nomes familiares, enquanto as “Lionesses” da Inglaterra adornam outdoors em todo o país.

A popularidade do esporte sem incerteza está crescendo, mas da Jamaica ao Canadá, da África do Sul à Espanha, várias equipes chegam a leste torneio travadas em disputas com suas federações.

Apesar do enorme progresso obtido nos últimos anos, a luta por reverência e justiça – ou, às vezes, pelo pagamento – continua.

História se repete

Quando a jamaicana Havana Solaun colocou a esfera no fundo da rede na partida contra a Austrália, quatro anos detrás, ela foi cercada por suas companheiras de equipe comemorando o primeiro gol da Despensa do Mundo Feminina na história de seu país.

Tendo superado quase todos os obstáculos concebíveis – a equipe se desfez em 2016 antes que uma heroína improvável, a filha de Bob Marley, Cedella, veio ao resgate – cá elas estavam competindo no auge do esporte.

Dois meses depois, as jogadoras ainda não haviam sido pagas pela Federação Jamaicana de Futebol (JFF). Eventualmente, elas foram – mas quatro anos depois e a história está começando a se repetir.

Julie Blakstad da Noruega e Manchester City e Catherine Joan Bott da Novidade Zelândia e Leicester City competem pela esfera durante primeira rodada da Despensa do Mundo Feminina da FIFA na Austrália. / Jose Breton/Pics Action/NurPhoto via Getty Images

A Jamaicana Chinyelu Asher, membro do Recomendação de Jogadores Globais da FIFPRO, disse que o time atual atingiu um “ponto de ruptura”.

Poucas semanas antes do primeiro jogo, as jogadoras da Jamaica divulgaram um enviado, expressando sua “extrema logro com a [JFF]”, dizendo que a equipe feminina havia perdido vários amistosos devido à “extrema desorganização” e que “apareceram repetidamente sem receber ressarcimento contratualmente acordada”.

Asher disse à CNN antes do torneio: “Só precisamos que a federação saiba que os responsabilizamos, e estamos levando esse matéria a sério e realmente não temos tempo a perder… Ainda estamos tentando dar a eles espaço para recompensar o tempo perdido e mudar de marcha de uma maneira que ofereça o melhor desempenho provável.”

A CNN entrou em contato com a JFF para comentar, mas não recebeu uma resposta até o momento da publicação desta reportagem. Em enviado no seu site, a JFF reconheceu que “as coisas não foram feitas com sublimidade”, mas que está “trabalhando assiduamente para resolver” as preocupações das jogadoras.

As “Reggae Girlz” agora têm um consonância contratual com sua federação vernáculo, de consonância com Asher, mas ainda tiveram que publicar uma enunciação pública para prometer que receberiam o melhor escora provável para uma Despensa do Mundo.

“As pessoas que seguram a tocha na luta [pela igualdade salarial] são normalmente as jogadoras ativas e esse é um espaço realmente vulnerável para se estar”, disse Asher. “Se você está tendo que lutar contra pessoas que estão criando oportunidades para você jogar… pode permanecer muito confuso.”

Presidente da Fifa, Gianni Infantino, durante Congresso da entidade em Doha, no Espiolhar / 31/03/2022 REUTERS/Kai Pfaffenbach

Uma base desigual

O salário dos jogadores de futebol é constituído por muitos elementos diferentes: salários do clube, taxas de jogo ao simbolizar a seleção, premiação em moeda e patrocínio. Uma vez que tal, a paridade de remuneração pode tornar-se nebulosa.

Enquanto Morgan e Rapinoe foram as jogadoras de futebol mais muito pagas no ano pretérito, ganhando US$ 5,7 milhões cada uma, dentro e fora do campo, seu colega masculino mais bem-sucedido, Cristiano Ronaldo, estava ganhando US$ 136 milhões com receitas dentro e fora do campo, estimou a Forbes.

Mas os próprios ganhos multimilionários estimados de Morgan e Rapinoe são um valor discrepante até mesmo nos escalões mais altos do esporte.

Embora os salários dos principais jogadores em países porquê os EUA e a França tenham uma média de quase US$ 250 milénio por ano, os salários variam muito entre os países e podem ser inferiores a US$ 600 por mês, ou mesmo se ainda viver um salário, de consonância com um relatório de 2020 do sindicato de jogadores globais FIFPRO.

O relatório também descobriu que, em universal, as melhores jogadoras recebem o mesmo, ou menos, em um ano do que os jogadores de futebol do mesmo nível recebem por mês.

“É inadmissível receber uma remuneração escassa ou pobre, porque essas jogadoras de futebol, que são as melhores de seu país, dedicam horas, semanas, meses e anos de seu tempo para simbolizar sua seleção no mais eminente nível”, disse Jonas Baer-Hoffmann, secretário-geral da FIFPRO, à CNN.

A Despensa do Mundo Feminina é uma importante nascente de renda para as jogadoras. Mas muitas que estarão competindo nas próximas semanas precisaram de outros empregos para se sustentar.

Um relatório da FIFPRO divulgado em junho constatou que dois terços das jogadoras pesquisadas relataram ter que tirar licença não remunerada de outro tarefa para jogar por sua seleção vernáculo em torneios de qualificação para a Despensa do Mundo, porquê a CONCACAF W Championship ou a Women’s Africa Cup of Nations.

Imani Dorsey atua para aumentar oportunidades para mulheres negras no futebol
Imani Dorsey, jogadora da Liga Pátrio de Futebol Feminino dos EUA

Quase um terço não foi pago por suas seleções durante os últimos 18 meses e, para aqueles que foram pagos, muitas vezes dependiam da participação e do desempenho, criando instabilidade.

“Não é porquê um parque de diversões, somos jogadores de futebol, a maioria de nós jogadores profissionais”, disse Asher, lembrando que trabalhou porquê treinadora em alguns momentos de sua curso para ajudar a remunerar as contas. “Esta é a nossa curso e merece uma ressarcimento e uma recompensa pelo trabalho que realizamos”, disse ela.

De consonância com um Relatório de Benchmarking da FIFA de 2022, quase um quarto (23%) dos 225 clubes em 25 ligas nacionais têm principalmente jogadoras amadoras, enquanto o restante trabalha com uma mistura de profissionais – que têm um contrato solene com o clube e recebem mais do que suas despesas incorridas – e amadoras.

Mais da metade (53%) das federações pesquisadas ainda não têm regulamentação sobre o salário mínimo das jogadoras.

Antes da Despensa do Mundo Feminina, Infantino ameaçou interromper a transmissão do torneio em cinco grandes países europeus devido a ofertas inaceitáveis de direitos de transmissão. Embora deva ser notado que a FIFA não está com falta de moeda – sua receita recorde durante o ciclo 2019-2022 foi de US$ 7,6 bilhões.

A decisão da FIFA de introduzir prêmios individuais em moeda leste ano ocorreu depois que mais de 150 jogadoras de 25 seleções nacionais, apoiadas por seu sindicato global FIFPRO, enviaram uma missiva ao órgão regulador do futebol em outubro pretérito pedindo paridade de condições e prêmios em moeda.

“Muitas jogadoras do Mundial Feminino chegam ao torneio porquê amadoras ou semiprofissionais, o que prejudica a sua preparação e, por sua vez, a qualidade do futebol que vemos em campo”, disse a FIFPRO na missiva enviada a Infantino em outubro de 2022, acrescentando que muitas jogadoras também não tinham consonância com as suas federações-membro para prometer uma ressarcimento garantida no Mundial.

Baer-Hoffmann disse à CNN que a garantia do prêmio em moeda às jogadoras era “um passo importante para dar a mais delas independência financeira e capacidade de se concentrar em se tornar o melhor que podem ser”, mas também pediu às federações nacionais que dessem a suas jogadoras “muito mais escora financeiro” nos anos intermediários entre cada Despensa do Mundo.

Mais do que simplesmente fechar uma vazio salarial

Malia Rose Steinmetz da Novidade Zelândia e WS Wanderers e Indiah-Paige Janita Riley da Novidade Zelândia e Brisbane Roar comemoram a vitória em seguida primeiro jogo da Despensa do Mundo Feminina da FIFA na Austrália. / Jose Breton/Pics Action/NurPhoto via Getty Images

A disparidade salarial entre homens e mulheres é normalmente referida em termos monetários, medindo quanto as mulheres ganham para cada dólar que um varão ganha. Mas para os jogadores, a paridade de remuneração abrange mais do que simplesmente fechar essa vazio em relação aos salários dos jogadores de futebol masculino.

“Eu sei que não é realista (imediatamente)”, disse Asher, destacando a valia das instalações, agendamento e licença-maternidade. “Qualquer coisa que crie espaço para uma jogadora profissional eclodir e se sentir tão profissional quanto um varão”.

Com secção do moeda da Despensa do Mundo Feminina reservado para as jogadoras, a capitã da Novidade Zelândia, Ali Riley, disse à CNN, que isso representa um “grande marco”, mesmo que não seja a “traço de chegada”.

No início de sua curso, Riley lembrou que jogar na Despensa do Mundo era “unicamente por honra”, e não um tanto que pudesse fornecer segurança financeira. “Não é unicamente o aumento do prêmio em moeda”, acrescentou. “Mas também a paridade de condições em termos de dimensão da delegação e de quartos individuais. Essas são coisas que você pensaria que teríamos há muito tempo”.

Enquanto isso, as jogadoras do Canadá disseram a um comitê parlamentar em março que a equipe foi forçada a trinchar programas de treinamento e pessoal, recebeu significativamente menos do que seus colegas do sexo masculino em 2021 – o ano em que se tornaram campeãs olímpicas – e que houve “desrespeito” por qualquer tentativa de estabelecer uma liga doméstica feminina.

De consonância com a estudo da CNN das contas financeiras do Canada Soccer, a federação gastou mais que o duplo em times nacionais de futebol masculino (US$ 11 milhões) em 2021 do que em times femininos (US$ 5,1 milhões).

E em 2022, quando a seleção masculina se classificou para a Despensa do Mundo pela primeira vez desde 1986 e foi eliminada na período de grupos, o Canada Soccer gastou ainda mais – US$ 19,5 milhões em seleções masculinas de todas as idades. A seleção feminina também se classificou para a Despensa do Mundo, mas seus times receberam unicamente US$ 14 milhões.

O Canada Soccer disse que propôs um consonância histórico de paridade salarial que faria com que a equipe feminina se tornasse a segunda seleção vernáculo mais muito paga, mas um consonância ainda não foi conseguido. A CNN entrou em contato com o Canada Soccer para comentar, mas não recebeu uma resposta até o momento desta publicação.

Canadá e Suécia fizeram jogo equilibrado na disputa por ouro no futebol feminino
Jogadoras do Canadá dividem esfera com jogadora da Suécia

“Atitudes sexistas”

Apesar de todas as barreiras práticas à paridade de gênero no futebol, são as “atitudes sexistas” e “mudar as barreiras de atitude que são as mais difíceis”, disse a ex-diretora executiva do Women’s Soccer Australia, Heather Reid. Tais atitudes estão profundamente arraigadas. Até há relativamente pouco tempo, as mulheres não podiam sequer jogar futebol em vários países do mundo.

Era “bastante inadequado para mulheres”, disse um livro de atas da Associação Inglesa de Futebol (FA) em 1921, e a organização proibiu as mulheres de jogar em seus clubes até 1971. A Federação Francesa de Futebol só reconheceu o futebol feminino em 1970 e a Royal Belgium Football Association (Bélgica) um ano depois.

Ainda hoje, a maioria dos tomadores de decisão no futebol continuam sendo homens – o comitê executivo da UEFA tem 20 membros, 19 dos quais são homens, enquanto o Recomendação da FIFA tem 37 membros, 30 dos quais são homens. Todas, exceto uma das mulheres sentadas nesses órgãos de tomada de decisão, preenchem as cotas de assentos, reservadas especificamente para mulheres.

E quase três quartos (74%) dos treinadores principais em todas as ligas de futebol feminino ainda são homens, sem nenhuma mulher em cargos de liderança na Alemanha, Islândia, Holanda e Noruega, de consonância com o Relatório de Benchmarking da FIFA de 2022.

“Eu acho que é uma mentalidade. É tradição”, disse Riley. “O jogo feminino ainda é novo”.

Lucy Bronze treina com a seleção inglesa para a Copa do Mundo Feminina
Lucy Bronze treina com a seleção inglesa para a Despensa do Mundo Feminina / Naomi Baker – The FA/The FA via Getty Images

“Nosso responsabilidade é melhorar o esporte”

A história recente do futebol feminino se confunde com a luta pela paridade salarial e de tratamento. Dias antes do início da Despensa do Mundo, as Lionesses da Inglaterra anunciaram que suspenderiam as discussões com sua federação sobre bônus relacionados ao desempenho até o final do torneio.

No início de julho, a Federação Inglesa de Futebol disse que não pagaria bônus às jogadoras por seu desempenho na Despensa do Mundo, além do prêmio em moeda individual prometido pela Fifa. “Estamos desapontadas por uma solução ainda não ter sido alcançada”, disseram as jogadoras em nota.

Quatro anos detrás, gritos de “jogo igual, pagamento igual” ecoaram pelo estádio enquanto o a seleção americana levantava o troféu da Despensa do Mundo.

“Acho que você precisa ver [o aumento do prêmio em dinheiro nesta Copa do Mundo] no contexto de provavelmente uma dez de ações que aconteceram internamente, obviamente nos Estados Unidos, mas… em todos os tipos de países, as jogadoras fizeram esses esforços com seus sindicatos porquê um coletivo para aumentar os padrões em seu país”, disse Baer-Hoffmann, da FIFPRO.

As jogadoras dos EUA chegaram a um consonância de paridade salarial com o US Soccer (federação americana) em maio de 2022, em seguida seis anos de disputas legais, que remontam a uma reclamação de discriminação salarial apresentada em 2016 por cinco das estrelas do time – Carli Lloyd, Rapinoe, Morgan, Hope Solo e Becky Sauerbrunn – e um processo de discriminação de gênero que todo o time entrou em 2019.

Seleção dos Estados Unidos comemora o título da Copa do Mundo Feminina de 2019, após vitória sobre a Holanda por 2 a 0 na grande final
Seleção dos Estados Unidos comemora o título da Despensa do Mundo Feminina de 2019, em seguida vitória sobre a Holanda por 2 a 0 na grande final / Photo by Mikoaj Barbanell/SOPA Images/LightRocket via Getty Images

Uma vez que resultado, a seleção americana ganhou mais moeda com seus colegas masculinos chegando à período eliminatória da Despensa do Mundo de 2022 no Espiolhar do que com a vitória de seus próprios torneios em 2015 e 2019.

“Foi provocador”, disse Lloyd, acrescentando que estavam ligando para advogados, lendo documentos e realizando reuniões de equipe sobre estratégia lítico, tudo isso durante os treinamentos em campo.

“Faz seis anos que estamos nessa luta e ninguém quer pleitear com o empregador”, acrescentou. “[Mas] já se foram os dias de pensar que só precisamos concordar o que nos é oferecido. Portanto, era nosso responsabilidade lutar e tornar o esporte melhor… assim porquê todos os jogadores antes de nós fizeram”.

Houve desafios diferentes para a geração anterior a Lloyd, a geração que defendeu e participou dos incipientes torneios internacionais do final dos anos 1980 e início dos anos 1990.

“Antigamente, as jogadoras pagavam para simbolizar seu país”, disse Reid, lembrando que cada jogadora tinha que contribuir com US$ 850 quando a Austrália viajou para a China para o Torneio Feminino da FIFA de 1988, uma Despensa do Mundo piloto.

Embora o esporte tenha se profissionalizado desde portanto, essas mesmas questões ainda o desfiguram.

“As pessoas querem saber porquê foi o progresso desde a última Despensa do Mundo”, disse Asher. “E eu fico tipo: ‘Estamos cá fazendo isso de novo’”.

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