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Belize: veja o que fazer e o que conhecer – 20/12/2023 – Turismo

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Localizado numa lasquinha de terreno junto à Guatemala e o México, o Belize é um sorte para férias caribenhas de eminente aproveitamento. Em poucos dias, é verosímil ir a sítios arqueológicos maias muito preservados e visitar os garífunas, aventurar-se por cavernas na mata e resfolgar em praias de areia branca e mar repousado, protegido pelo maior recife de corais do hemisfério setentrião.

É também um sorte pouco espargido dos brasileiros e de seus vizinhos —nos primeiros dez meses deste ano, só 1% dos visitantes do Belize eram da América do Sul. Convém, logo, uma apresentação básica do país.

Território maia, foi disputado por ingleses e espanhóis até se tornar oficialmente uma colônia britânica em 1862, batizada de Honduras Britânicas. Em 1973, passou a chamar-se Belize, uma vez que um dos muitos rios que cortam seus 23 milénio km² (pouco maior que o Sergipe, com 21,9 milénio km²).

A independência veio em 1981, mas o país continua sendo segmento do Commonwealth, ligado à grinalda britânica. Hoje, é uma democracia parlamentar sob a reino constitucional de Charles 3º.

A língua solene ainda é o inglês, mas mais da metade de seus muro de 440 milénio habitantes são mestizos, de origem hispânica ou latino-americana, e é muito fácil encontrar quem fale espanhol. Outro quarto da população é creole, progénito de escravizados da África e europeus. Há ainda muitos maias e alguns garífunas, um grupo surgido do encontro de indígenas do Caribe e africanos escravizados emigrados de São Vicente e Granadinas.

É um país pobre, que vive principalmente de agricultura (exporta açúcar, banana e cítricos), turismo e pesca, com uma população jovem (a idade média no país em 2020 era 23,9 anos) e pouco escolarizada. Sofre com violência e tráfico de drogas.

Zero disso, porém, está ao alcance dos olhos do turista sentado nas areias de Hopkins, vila de 3.000 habitantes fundada nos anos 1940 pelos garífunas numa tripa de terreno sobre duas horas de sege da antiga capital, Cidade de Belize.

Rumo ao sul, depois das casas, pequenos comércios e pousadas, uma escola primária e uma livraria comunitária, há uma fileira de resorts onde o turista em procura da versão relaxante de férias caribenhas pode encontrá-la, de panty ripper (um drinque à base de rum de coco) em mãos.

Ali, os atrativos são a praia, a experiência luxuosa dos grandes hotéis para poucos, e os pratos de frutos do mar e peixe fresco —no Big Dock Bar do The Lodge at Onça Reef, um dos resorts locais, o peixe do ceviche é levantado direto do mar para a cozinha no deque.

A vila em si, em seus 6 km de extensão, ainda não foi tomada de armadilhas pega-turista e não há muito a se saber. Mas é verosímil contratar uma experiência cultural com os garífunas, para aprender a tocar o punta nos seus tambores e cozinhar o hudut, uma espécie de moqueca com peixe sítio e leite de coco tirado na hora.

Já a cultura maia está em todo lugar no Belize, nos rostos nas ruas, nos nomes dos rios e, principalmente, na culinária típica. A versão belizenha do english breakfast, por exemplo, traz no lugar do muffin inglês o fry jack, uma tamanho de milho fermentada e frita, que pode ser recheada daquilo que o freguês sonhar —a combinação mais tradicional leva feijoeiro, queijo e frango.

As ruínas e os sítios arqueológicos conservam em pedra o que aldeias e organizações lutam para manter vivo. Traços de construções milenares permanecem, por exemplo, em Cahal Pech, em San Ignacio (a 40 km de Belmopan, a capital).

Por sua vez, Xunantunich, junto à fronteira com a Guatemala, um grande fortaleza de pedra desvelado exclusivamente no termo do século 19, conta a história do termo do período clássico maia, em seguida o declínio de Caracol, mais ao sul, uma vez que coração de um vale que um dia abrigou até 200 milénio habitantes, segundo historiadores.

A 50 km de Belmopan, a Cooperativa de Mulheres de San Antonio dá aulas de maia iucateca aos jovens da comunidade —no país, há ainda os maias mopan e os q’eqchi’. A visitante guiada à sede do grupo passa pelo ateliê de cerâmica, onde é verosímil ver a história ressuscitada. Com a ajuda de arqueólogos, as cooperadas reconstituíram técnicas perdidas de seus ascendentes para coletar e trabalhar o barro e transformá-lo tanto na greda que moldam em vasos, pratos e tigelas, quanto nas tintas que usam para decorá-los.

O passeio termina na cozinha de teto de folhas secas de guano, onde se aprende a moer o milho para fazer tortilhas. A influência gastronômica maia aproxima a cozinha belizenha da mexicana. Come-se diferentes tipos de feijoeiro, músculos de porco, avocados, chaya (uma verdura entre a couve e o espinafre), banana-da-terra e muita pimenta —muita pimenta—, em pó, inteira ou nos molhos da marca Marie Sharpe’s, orgulho vernáculo. Há o tradicional arroz com feijoeiro, em que os grãos são cozidos juntos no leite de coco.

Para refrescar, bebe-se Belikin, cerveja belizenha, necessária na presença de o calor estarrecedor mesmo no termo de setembro, no primórdio do outono setentrional. Há exclusivamente duas estações no país, na verdade —a seca, de dezembro a maio, e a chuvosa, de junho a novembro—, mas nunca deixa de fazer calor (a temperatura média anual é de 27°C) e a umidade é sempre subida.

Ao menos na floresta a sensação é mais deleitável. E não é difícil encontrar-se na mata: quase 40% do território belizenho é protegido por parques nacionais, segundo a ONG Nature Conservancy, e a população ainda é majoritariamente rústico (há exclusivamente duas cidades no país, a de Belize e Belmopan).

Uma vez em meio ao verdejante, há muitas opções de aventuras tropicais. Pode-se fazer uma trilha a cavalo por uma suplente dedicada aos jaguares, ou explorar cavernas em atividades que vão das mais fáceis (descer um ribeiro de boia) às mais desafiadoras (o multíplice de cavernas Actun Tunichil Muknal, no província de Cayo, por exemplo, tem uma trilha que requer mais preparo e um guia licenciado).

Menos exigente é o passeio de paquete pelo rio Macal, de águas pacificadas por uma barragem de hidrelétrica. Flutuando entre montanhas cobertas de verdejante, cheias de orquídeas e iguanas, o barqueiro Roberto conta, casualmente, que numa “cueva” entre dois morros encontrou vasos com glifos que explicam uma confederação matrimonial entre Caracol e outra cidade maia mais ao setentrião, no México.

Mas se a silêncio de espírito que almoçar numa barcaça estacionada quase dentro de uma catadupa não é a versão de férias caribenhas que se procura, há sempre San Pedro.

Esse é o sorte belizenho mais famoso, talvez por sua relação controversa com “La Isla Bonita“, de Madonna. Reza a mito (perpetuada com exaltação pelos locais) que a ilhota serviu de inspiração para a cantiga —a cantora já disse em entrevista que naquela idade nem sabia onde ficava San Pedro, mas isso não impediu a comunidade de abraçar o epíteto. “La Isla Formosa” está por todo lugar.

A ilhota é agitada e ocupada por centenas de carrinhos elétricos pilotados por turistas pelas ruas estreitas. Foco dos americanos (que são 70% dos visitantes do Belize), tem hotéis de grandes redes, uma vez que Hilton, e muitos restaurantes e bares. Lembra Cancún, segundo um companheiro de viagem com mais milhas acumuladas.

Dali, é verosímil contratar em uma das duas companhias aéreas locais, Tropic Air e Maya Island Air, sobrevoos do Grande Buraco Azul, uma caverna vertical de 125 m de profundidade e 300 m de diâmetro, e passeios de paquete ao entardecer ou para reprofundar na suplente marinha Hol Chan, na companhia de arraias, tubarões-lixa, barracudas, garoupas e pargos.

Brasileiros não precisam de visto para entrar no Belize, mas não há voos diretos entre os dois países. A Copa Airlines tem dois voos semanais partindo da Cidade do Panamá, e American Airlines, United e Delta oferecem diversas opções a partir de aeroportos nos Estados Unidos.

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